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sábado, 24 de novembro de 2012

Horas de amor


(J.Vitor)


Vá:
Se derrame como águas cristalinas que se deixa ver os mistérios do leito.
Vá:
Voe à amplitude azul, volte, recolha as folhas das inquietudes.
Se deite sobre elas a fervura que jacula pura e mansa… 
Abandone o antiquado estado de ninfa,
Volva a borboleta, solva suas primeiras piruetas…

Venhas! Tragua o rio que desce saudoso em camas do mar.
Venhas livre e brincalhona como a gaivota que belisca as ondas,
que proa na finitude e se porta numa atitude deusa
deita-se diante dos olhares e depois se recolhe para o seu camarote.
 
Venhas!
            Seja o caminho das fontes nas águas que se aquietam após descerem das cachoeiras
Que seja tudo extenuada, porém, não sejam abreviadas... nossas horas de amor.