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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

19 ANOS E O AGORA


Indeciso, com febre de descobrir um tiquinho da alma! — Encontra-se terminantemente parado; lia as decassílabas dos céus. Certo dia, confessou: — Estou tácito… percebo esconder-se naquela nuvem, uma estrela distraída. Quando do finito descer, baterá nesta tabua de gangorra, visto que a sua proa aponta para o meu telhado, certamente não temo fugir desta guimba.

Fizeram-lhe uma pergunta: Sabes tu quantas histórias respalda uma vida? Então pensou; voltou-se o senso para o juízo, tirou dele um moço que respondeu antes com outra pergunta fazendo-se lembrar dos dezenove anos (1970). Andava serpeando o ermo, sem noção caminhava entorpecido.
Até ali não tinha resposta precisa; era inculto, mal aplicado na simpatia, tímido. De Sorte, um Vulto o vestia: (era a confiança de que um raio descesse no templo e partisse sua incapacidade, e, entregasse-lhe uma luneta para enxergar o além ou que fosse o sino do caminho).
Às vezes tinha ceticismo; então, volta-lhe o vulto mostrando que nos pés havia um marasmo de sombra.
Ontem, Se ainda lhe perguntavam sobre inquinação, precisava limiar à agenda, tirar um tanto da fumaça que desprezava a lucidez e o fazia tão confuso, e sem autoconfiança para responder para a vida!
— havia no seu estar um pacote; não o necessário para exemplar, mas o essencial; um dia, acordou, sem que nele houvesse o mesmo tanto; faltava um quinto um quarto, a metade, não se sabe! Lagrimas… tantas… que o fez crescer um pouco! Das experiências, das perdas, de tudo, somente ensaios!
Via-se agora numa novidade de campo, numa colheita de experiências e triunfos onde pode condizer a si mesmo… Abriu os olhos, e então se deparou com as inovações das campinas.

de J.Vitor