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sábado, 28 de julho de 2012

A virtude do lar


O Lar dilacera o dia longo e fugaz...
A vida deveria ser sempre o repórter da chegada,
e ter a permanente cadeira do descanso.

Bom seria que as saídas e as viagens ao pátio do mundo
não ultrapassassem um piscar de pensamento —
Assim não vazaria momentos difusos.

Por mais extensa que se fizesse a ausência,
Tratá-La íamos com um suavizar de demência.
Os poetas não precisariam preocupar-se com saudade,

As lágrimas seriam as transições das alegrias e
o sorriso passaria a morar no convívio do amor eterno!
“Sempre um coração marchetado de alívio!”

O lar é uma virtude, atitudes para poesias:
nos faz seguir em frente e apiedarmos
quando a dor escapela o sentimento.

É neste propício momento o salutar das lições:
Engajamos-nos na valentia e
nas expansões de esperanças. 
   O lar dilacera o dia longo e fugaz...
   Não diremos jamais: Adeus para sempre…
Pois, aos seus cômodos montamos redes permanentes,
...olharemos sempre para atrás… 

de J.Vitor