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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

No ponteiro do encontro


La do alto vem o declínio, topa corações, convoca, invoca, faz pipoca do ato de nascer, coloca pensamento na maloca da cabeça, os ideais fazem paçocas no peito, os olhos trocam e destrocam imagens; bem assim iniciou a maçaroca da felicidade que tenho agora:
Assentei-me na cadeirinha dos meus olhos, deixei gangorrear junto uma oportunidade para o destino, ao quanto subia e descia tornei-me alguém, deixei de ser ninguém, não podia estar mais só. Pedi dela a oportunidade de caminharmos pela praça; num sorriso único tomamos as mãos adolescidas. O mistério que casa o universo subiu… assobiou o hino do nosso casamento…
Deus desceu ali e nos deu o confirma [mento].
Acaso num outro declínio, banhávamos na fonte, nos cobríamos de sol, estirados na pedra ao quanto o corpo dourava o bronze de Zeus e Hera, porém sem mitologias, sem guerra… só de nós que contrapúnhamos a glória da paixão. 
Nem a tortura das rochas duras podiam desinteirar a  doçura dos nossos lábios.
Abaixo, avistávamos a cidade que por nós se prepara numa condição de nos dar boas vindas,  sabiam o nosso povo que levaríamos para eles uma lenda, uma condição de emenda posta numa cartilha nova…

de J.Vitor
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