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domingo, 3 de abril de 2011

Letras que brincam de fugir


Literalmente o machado desce ao tronco da poesia dividindo-a em muitas formas. Como as que simbolizam ou as que realizam metáforas. No veraz sentido ela é interpretada pelo lápis que a desenha e dá sentimentos com conhecimento da expressão. Faz nascerem sabores e revelam segredos.
A mente empurra o lápis, e o lápis arrasta letras e silabas que brincam de fugir e pular. 
A poesia descansa sobre folhas e livros aguardam situações inusitadas. Tem poesia no tamanho do coração, outra suntuosa esmerando a razão que lembra o melado do açúcar; tem as que se acentuam do sal no bolinho de bacalhau, tem as que sorriem mostrando o branco dental, quando outras mergulham saindo sobre danos de lagrimas. São elas intérpretes de situações, como o palhaço de sorriso pintado nos momentos de uma platéia alegre, quando para ele nem o estouro de gargalho consola sua dor.
No para valer nunca conseguimos seu ângulo exato, e por menos achamos valores que dê solução, ou seja, Mandrake. Tira-se de um texto regras acadêmicas que expõem suas vestimentas, mas... Roda nos poemas um liberal que caminha no circo, no teatro, no enristado de um choro, como na cantiga de amor.

de J.Vitor