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quinta-feira, 3 de março de 2011

A vida para no sex


Nasço a cada poesia que faço, entro, caço, me despacho, vivo os momentos que acho. 

Quando desconchavo, cavo da minha pele o desconexo, 
ajunta-se com teu sabor… "Maria"!... vem com os teus avisos verdes, empurra o relógio >; deixa-o olhando para o lado.

Os ponteiros ficam calados como se entendessem travessuras de amor!

 Registra-se em nós… o intervalo dos namorados.
Amarro o pêndulo com a minha gravata, uso o topor como se fossem ganchos numa parede abusada. No chão… esquecem-se as sandálias, as roupas todas se forram de alegrias.
A areia na ampulheta volta ao trabalho, e, ainda nos pega revelando amor. 

de. J.Vitor