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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Nas férias


Quando aqui estavas
O vento não me ruía a alma,
Não fazia trauma
O sol perdurava
Ele ainda vem  logo se vai.
Não encontrando o teu rosto,
Leva da tarde o brilho da luz,
Deixa na espreita o mistério da sombra!

Quando aqui estavas;
Permeava-se uma sorte
Existia entre nós e o céu um compromisso forte.
Que fosse fugir do inverno
E após emigrar junto das andorinhas
Fazer o prenúncio de verão,
Piruetas no vento, e,
No empós, nos levar num arauto alegre!
Quando aqui estavas;
Deparava-me com o significado lindo,
Pensava ser muito mais que o amante do sol,
desejava ter a simpatia universal para presentear a tua presença.
sair à janela e admirar o pipilar amável dos pássaros,

Eles, lá,  forrando os fios das ruas!
Trazendo para nós a confidencia da liberdade…
Seria como segredar o aprazível,
e ter nas mãos as curvas caprichosas,
Quando aqui estavas
Um desenho deixou começado,
Agora, pouco  importa se o prosseguir está torto…
Deixo o dia ser rabiscado com pontas de descasos.
Deixei nascer nas arestas, um vagabundo.
Sou agora aquele aluno que cabula o tempo
E que não busca novas matérias,
se penso… penso logo nas féria…




Quando aqui estavas;
O vento não ruía a alma,
Não fazia trauma
O sol perdurava

“Ele ainda vem... logo se vai”:
Não encontra teu rosto,
Leva da tarde o brilho da luz,
Deixa na espreita o mistério da sombra!

Quando aqui estavas;
Permeava-se uma sorte
Existia entre céu um compromisso forte.

Que fosse fugir do inverno
E após emigrar junto das andorinhas
Fazer prenúncio do verão,
Acrobacias contra o vento
Levar o arauto alegre.

Quando aqui estavas;
Deparava-me com o significado lindo,
Pensava ser amante do sol, e mais,
Ter a simpatia universal da tua presença.
“sair à janela e admirar o pipilar amável dos pássaros,
Eles forrando os fios de alta tensão!
Era como segredar o aprazível,
Ou fazer curvas caprichosas,
Rabiscar desenhos elegantes e baixos…

Quando aqui estavas:
Deixou desenhado em mim uma história!

 de J.Vitor