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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Canto da poesia

Tudo de antes… alegrias,
Tudo de agora… olhos entorpecidos.
Lembranças de poesias,
(detalhes esvaídos).

É como se estivesse retornado o ausente
Trazendo aventuras e restituindo o presente:
Pondo o amor no quarto, O namoro na varanda,
E as perdidas conversas na toalha de renda.

“acolá” épocas de estiar as tempestades,
Ficávamos a ver o vento adoestar,
o céu de brigadeiro e os pássaros a gorjear.
As folhas nos galhos esbanjavam coral verde!


“acolá” tímidas ventanias
As que aqui vêm agora são ristes,
Extremamente frias... úmidas e tristes…
…quero trocar esta cobardia.

Trocar às estações, aguçar as rosas!
Rever os álbuns de fatos
Certamente pelos nossos… as fotos
E as margaridas oriundas de prosas.

De tudo… tenho este tanto:
Um grito na garganta e uma vaga de carestia…
quero sucumbir este pranto,
e no lugar reacender o canto da poesia!

de J.Vitor