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domingo, 11 de janeiro de 2015

Construindo

Por que será que os bons pensamentos vão secando como se estivessem expostos ao sol. Quantas palavras bonitas fogem das frases que antes escritas?
Por que será que poesias geralmente nasce entre flores e belezas nobres? Se disser ao vento que ele é esnobe quando passeia pela terra e não agita o pó, será que a aragem dirá que está cansada dos homens? Talvez! Talvez seja o caso da peleja entre a sutilidade sendo reprimida.
Nesta pergunta amarro o bote do aforismo que navega pela brisa dos oceanos, livre e longe de abismos onde as catacumbas aguardam de boca aberta.
Deus me guarde de ser poeta, e que também me guarde quando estiver com o nariz ao pó, clamando pelo seu perfume...
Quero preservado os instantes simples de quando a visita do anjo dormia dentro da minha sala.
O ontem não me faltou no agora, mesmo assim, que o amanhã seja preenchido de coisas mais afáveis de glória.
O que me levará para o céu, serão os tesouros que cacei em corações amargos e os tornei doce, porque é deste doce que se constrói o amor.