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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Abraço

[ J. Vitor ]

O nosso eu íntimo mora dentro do sentimento, quando o eu sai para conviver a cidade, ele se manifesta em partes, um pouco fica guardado, trancado dentro do peito. A expressão no rosto nem sempre é verdadeira, porém ela tem que ser simpática, tem que transparecer na face um convite de amizade e carinho. Eu acho assim! Mesmo que ao dar um abraço, venha depois saber que foi um ato perdido, não importa, mesmo assim, acho que a cordialidade precisa ser distribuída livremente (sem vulgaridade). 
A parte mais linda do ser humano mora na simpatia, confesso que tenho inveja de tais pessoas amistosas, elas conseguem praticar o amor absoluto.   Sem diferenças!
Não estou dizendo que o proceder tem que ser o mesmo em qualquer situação! Não não! Estou dizendo que na medida do possível e nos lugares certos temos que fazer aparecer nosso eu! Aquele!!!  Que um tanto dele aparece no gesto de um bom dia, boa tarde, como vai!? Que decora nomes, que se integra no bem estar do próximo! Sou simpatizante dos olhares doces; daqueles que te olham, e que realmente faz transparecer o retrato particular! Não precisa ser bonito, não precisa ser jovem, não precisa ter sexo… basta que neste quadro esteja moldurado o retrato da alma.
Sou a favor dos abraços feitos que explodem o controle da emoção.


Aquilo que somos é fácil de saber, basta contar os sorrisos as amizades que fazemos o coração que doamos... Pedaços das nossas vestes que repartimos… Outro provérbio que tenho: calor humano tem que ser interagido com calor humano!  Do que adiantaria adotar substitutos (animais), se não consigo adotar um ato tão simples como um abraço!!?