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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Ela

[ J. Vitor ]


Até onde ei de ir!
Tenho acobertado o peito vazio
Rompida está a aorta que faz vascular o amor
O cerne onde habitava sua fonte… dorme…

Há neste desencanto… um monturo.
São raízes dela que formaliza  o sentimento
Que se espalham dentro do pensamento…
Cresce… cresce… desarrumando o futuro.

Até onde irei!
Abotoar a camisa não me basta
Nada tapa o desencanto, nada me acoberta.
Porém! Curar-me-ei deste pranto
quando ela retornar pela mesma porta.