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sábado, 16 de junho de 2012

Como nascem as poesias?


Vou falar de uma coisa crua,
nua como a lua numa noite exibida
São Jorge lá está :
duela o dragão interminável...
Sirvo-me do provérbio deste guerreiro,
procuro instrumentar os meus sentimentos em poesia.
Ao mesmo tempo sinto o ano-luz da vitória… “As pessoas estão distantes”,
as cidades encharcam o céu com charutos, e,
suas fumaças fazem tapumes… acortinam o meu olhar.
Sento-me na cadeira do pensamento e vou talhando o tempo,
uso as palavras de epopeias,
só assim as horas me fazem saber que sou contribuinte do amor.
A vida me arrasta em vastidões e nas nuvens eu vou…
Sou carregado no colo dos versos,
sinto-me numa partícula qualquer
onde o instante toma um caminho de odes,
 percorre os vasos do meu universo e vem umedecer o coração.
Os meus versos exigem o dote de dar certo
Eles só ganham sucesso quando a plateia aplaude.
O efeito do glamour dilata as pupilas…
Então sim! Nascem os alentos,
nascem às inspirações que os vates procuram.

de J. Vitor