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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Proclamação da República


Salve os Estados Unidos do Brasil, o levante político que pariu na Praça da República do Rio de janeiro. Teodoro de Fonseca nosso primeiro poder de liberdade, alvedrio que ainda se aprisiona, que ainda se questiona, contudo somos brasileiros, somos meio a meio: meio brasileiros prisioneiros. Lutemos irmãos para que a cultura sacra renasça incorrupta, e que cada homem que desejar cargo no estado saiba chorar, sentir, e que sobre tudo não negue seus irmãos por um punhado de pratas.
Vamos sonhar, vamos imaginar uma Democracia idêntica a uma empresa que cultua crescimento, que impões regras, que ao selecionar um candidato, exige dele as qualidades para a função. “Que seja assim: Reviver a Proclamação na certeza que ao sermos eleitos, nos empenháremos num compromisso de devolver resultados.
Irmãos!  Simples é fazer acontecer, tomemos, por exemplo, as empresas privadas, elas não abrem vagas se não houver necessidade de produção! Pensemos…!
Eu, como brasileiro me nego a votar, (anulo). Só voltarei a fazê-lo quando não mais ouvir discursos de campanha. Afirmo, temos que ter um regime elaborado que exija do seu trabalhador, a contra oferta e resultado do salário.
Vamos continuar lutando pela Proclamação da República, vamos tirar dela as regalias, vamos pensar nos seres humanos que estão na miséria.
Percebam a ironia que o homem cria, e dá ela o nome social em imunidade.
Imaginemos hoje, quantas crianças dormem ao relento.
Imaginemos nelas todo carinho que temos pelos nossos próprios filhos…
É Difícil!?  
de J.Vitor