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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Primeira conquista


Acordarei do meu útero,
alçarei um grito,
abrirei o infinito como cria
que conta dia a dia
o dia de caminhar o túnel do recomeço.
Encontrarei tropeços,
me espremerei entre as luzes de velas,
entre as celas dos meus braços emaranhados… viajarei…
contornarei as passarelas,
ainda de corpo contorcido, as primeiras aquarelas
Chegarei… corpo retorcido… estarei lá.
mesmo que ainda espremido, mas,
quando o olhar daquela que tanto sonhei me ver,
então saberei das alegrias que o mundo tem…

de j.Vitor



3 Comentários

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Blogger Sonia disse...
Bom Dia Vitor,


Que linda poesia, l i n d a !!!

Pensei nas vidinhas que estão vindo nas nossas familias:
A Júlia ... A Lívia ...
O Augusto.

A d o r e i !!!



Beijossss
4 de novembro de 2011 06:30
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Blogger Silmara Lemes disse...
"quando o olhar daquela que tanto sonhei me ver,
então saberei das alegrias que o mundo tem…"
será que são capazes de imaginar a alegria que eles nos trazem?
que seria da nossa vida sem essa alegria...
4 de novembro de 2011 07:21
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Blogger Silmara Lemes disse...
Brinco e brincando pergunto, se no descuido e na inexperiência de um dia ter sido este serzinho… Acaso! Não terei feito demérito da alegria?! Terei compreendido do mesmo jeito a estrela mais bonita!? “Com certeza não… Talvez o céu tenha se alegrado por mim a dor de ainda não saber sorrir!" Portanto, inocento estas figurinhas ternas de filhos.
Dou a eles o descuido descabidos da mesma emoção; Compreendemos…!!!
Amanhã eles hão de amar incondicional os nossos netos…
4 de novembro de 2011 14:11
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