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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Falenas


Quando sento na janela do devaneio
dou de costas para o calendário
faço descaso de minutos programadas.
São as horas inebriadas… aproveito e visito o coração.

Colho toda razão disponível,
deixo o vislumbre acampar visível
combino parceria com as falenas,
adocico os lábios em gozos e cantilenas.

Nos retiros… repouso… “não compro passagens de volta.”
Por vez me esqueço nas fantasias,
vivo a audácia do corpo que queima… teima… gosta…
não esvazia… espia o desvestir das sépalas,

Delira quando as pétalas despertam segredos;
seu aroma invade as narinas…
vem viver a mais completa amenidade …

Amor não tem idade,
cada um que vivemos é único
Tenho que me ater lírico, me preencher de intensidade,
e viver, viver… viver…



de J.Vitor
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