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sábado, 8 de outubro de 2011

O pavão que sou


Fica visível a minha vontade de mostrar peculiaridade pessoal, como está de expor as minhas poesias. Acordei das minhas analises percebendo o pavão que tenho tentado ser!  
Consegui entrar em mim, e fiz uma pergunta: Qual é o direito que tenho em classificar outrem, quando eu mesmo me faço de uma perua.  Deus me dará força de não precisar mais abrir a porta da ansiedade, já aprendi o bastante. Não mais importará o que está do outro lado, “se for guerra, quero paz!”
Que tolo que fui! Achar significado em coisas vãs. 
Vou manter para sempre o blog, é um prazer pessoal. Ficarei contente em receber os amigos, mas também não deixarão de serem amigos se não voltarem… na verdade os amigos nunca vão... à ausência de palavras se fundem num clarão, e desfazem antes do coração…

de J.Vitor