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terça-feira, 5 de julho de 2011

Onde morarei



Mesmo que eu queira e a sorte me diga venha, eu paro olho tomo a senha, renovo a certeza, folheio a beleza, procuro-me entre a natureza... Então me firmo... Ergo o olhar, e vou...
Se o finito é a voz do infinito não temo o impossível, caminho, sem pressa, talvez o inatingível se mostre numa figura possível. Que seja o porquê do globo ser redondo e ter em algum lugar o meu ponto.

Quando lá chegar, no breve momento, capinarei farei uma cova, fincarei o primeiro broto de rosa; de cada canteiro colherei o meu janeiro. Quando a tarde chegar, junto do revoar, então terei certeza de ter construído a minha casa no mais lindo outeiro ou ao menos na mesma voz do coração onde morarei!

de J.Vitor