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sábado, 11 de junho de 2011

Conversando com o pensamento


Puxei um fio de prosa e me pus a filosofar:
O pensamento é um amontoado de ruas que levam para avenidas, avenidas que fazem ir a rodovias, rodovias de horizontes extensivos.
O pensamento…?! Inteligente! Contudo, não passa de um parasita grulhado no cefálio da vida. Tem o seu tamanho de céu; sabe ser seco como o Sol, molhado como o oceano, duro como rocha outras vezes fumaças desenhando figuras nas nuvens.
     Dizia Homero: (sermos um só cosmo, uma só razão, um só paraíso); se fossemos mais, certamente à benevolência de Deus. 
Vivemos na medida prima: do tomate vermelho, do repolho cozido, da água enquanto sem chumbo, do ar enquanto sem ozônio, da terra enquanto o sintético não abrase o solo, de Deus enquanto temos fé.
Trocando as palavras de cima resta-nos o primor concedido. Restam-nos as regras, a lei de nos aduzirmos de sorrisos; de propormos força; onde o elo for menor usarmos a razão (nela tem tudo): corpo aparente, alma presente, mente inteligente, coração que pula.
A existência é uma essência de Deus. Deus a quem a vida nos dá é tão amplo que se dividi em tudo para que tudo tenha a sua medida; se dissermos que uma coisa unifica-se com a outra é verdade, são todas unidades de Deus.

Bom seria que outro deus não houvesse por que o outro a nada criou, mas, se mete a copiar.
Copia sem saber, se entremete de sutil, lambuza-se de elogio. Este outro “sou”; assim sou quando não estou inspirado.

de J.Vitor