LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma casa na Net...

ESCRIVANINHA
Considero o blog como uma sala especial. Ponho nela uma poltrona, descanso o meu corpo pesado, escorrego as pernas para debaixo da mesinha kit informática, quando não… saco o meu Notebook. Destampo a rolha do seu cérebro, conecto os meus dedos na tecla, e os meus olhos ficam no mistério de acompanhar meus pensamentos. Eles caem como se fossem folhas secas, prontas para viajarem renovações; tantas delas se ajoelham sobre as outras, outras deitam cansadas, esperam a corrosão do tempo.

Considero o blog a porta principal da casa. — A campainha dispara anúncio, e, eu vou ver quem é… É um amigo que me trouxe um comentário, alias veio me convidar para um passeio virtual; aceito! Vou com ele. Entro dentro da sua fazenda, bebo o leite da sua vaca, mastigo a costela do seu boi. Volto satisfeito, lembrando da sobremesa e do cafezinho na despedida.
Fui à casa do meu amigo: conversamos sobre mistérios, falamos de felicidade, criamos fantasias, fizemos elogios, li os seus lindos lírios, ele decifrou as minhas rosas.

Visitei a casa de um desconhecido, busquei o seu perfil. — Considerando que temos preferência, puxei assunto, enalteci as suas colocações, deixei-lhe um grande abraço e saí da sua página. Esperei… esperei… ele não voltou. Percebi que não lhe fui especial, paciência!  Não me abalei… cada um dentro da sua perspectiva.  De qualquer forma deixei o endereço do meu apreço.
Porém, a gente sempre se encafifa um pouco, e pergunta-se a si mesmo: Em que palavra errei, que impressão lhe causei!?     “Só busquei a amizade…”

Dentro da minha sala os seguidores são poucos; mas meu coração queima com os poucos, pois, eles são como orações intermináveis!

Considero o blog como uma sala —  Pela porta da varanda ciranda o satélite, suas ondas serviçais faz-me ir pelo pináculo das cidades, e a minha voz viaja pelo labirinto das conexões. Aqui, esticado nesta poltrona, conheço os adereços das capitais, sei de cor o rio que corta o Egito, os faraós que foram escritos. Contudo, o que mais me impressiona… é saber que os amigos ouvem o meu grito… Então não me calo: grito… grito… Ouço a voz no seu infinito!...

De J.Vitor