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terça-feira, 29 de março de 2011

Carta de José Alencar



Saio para fazer uma viagem, não usarei o carrossel da infância,

muito menos aquele Opala branco. Não sei o tempo deste passeio,
nem o quanto prazer terei. Irei! Não quero ir tão longe, mas também não suporto a vagareza do bonde, Talvez sejam casuais os seus trilhos, eles riscam caminhos esquecidos. Viajarei! Não importarei com GPS, com modelos sônicos. Fique claro… o passeio que faço, já teve o seu caminho pela porta do Estácio; — é verdade… o prédio do boteco, hoje, é uma foto da antiga realidade!,,, Não precisarei dele.    
Saio nesta viagem usando este mal súbito. Vou estar numa sala de tubos.
Já ouço a chegada dos anjos, eles tecem as mangueiras, varam os tecidos, vão aos meus pedaços amortecidos, e me chamam!
Prestes estou de recobrar o lazer desta passagem, prestes estou de me atracar com amigos deste meu vai e vem!

de.J.Vitor