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sábado, 3 de dezembro de 2011

Exílio

Quando passares por mim, não me reconhecerá,
Meu coração tomou forma de dor
até a sua cor pulou pelos meus olhos,
Pensei…! Devo resistir não me afligir,
e ainda…  insistir com aleives… nada mudou…!
Careço mentir…
Creio que amanhã receberemos um buque de margaridas!

Como se fosse La Fontaine divago a infância.
Começo assim:

Havia há muito tempo atrás, uma criança, 
junto a sua infância, sua escola,
e a casualidade de ter se tornado adulto. 

Não teve escolha... Não pode parar no menino. 
Teve que conceber o moço
Dar luz a meia idade, e até exilar o velho. 
Compartilhou sua fugida com novos contos,
com memórias perdidas e inusitados caminhos…

De quando em quando, entra nas épocas
nas enxurradas que desvendava valas,
que sulcava águas e cobria o menino
e levava o seu sorriso para os oceanos.

J.Vitor
Licença Creative Commons
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Vedada a criação de obras derivativas 2.5 Brasil License.



Blogger Sotnas disse...
Olá prezado poeta J. Vitor, que tudo permaneça bem contigo!



Olá J.Vitor desejo que tudo permaneça bem contigo! Penso meu desde que houve, com certeza ainda resta qualquer resquício daquela criança, ao menos a fé que tudo podia, ou mesmo que seria jovem para sempre. Com certeza há ainda muito daquele menino, nadando bravamente para se manter na superfície e não se deixar levar para sempre! Como vê meu prezado amigo, passar por cá neste teu encantador espaço me faz viajar por um tempo onde tudo eu tinha, e nem fazia idéia do quanto importante, é deveras um reviver por cá passar, obrigado por compartilhar com os amigos teus sentimentos escritos, e por tuas visitas e comentários sempre tão gentis! É aniversário do sotblog, e você prezado amigo faz parte desta sobrevivência por dois belos anos de alegria e amizades deveras interessantes, sendo assim logo que possível passe lá e traga o simbólico selo como lembrança de sua participação no nascimento do selo. E assim deveras agradecido me vou e deixo a você e todos ao redor um intenso viver feliz, em Exílio