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quinta-feira, 18 de julho de 2013

CAPITULO XVI -


Aqui está uma obra modesta e simples. Simples por ter nela somente uma cor, somente uma semente com expectativas para os próximos plantios, contudo, simples…!  
Poderia esperar por outro terço de tempo, quando então outras simplicidades como esta, aqui entrarão e farão poses diante do meu olhar. Tantas poses! Maiores e menores! Terão  nos seus vestidos verdes indicativas de espinhos!
Poderia esperar, e esperarei. Esperando estou desde outrora, quando aquele chuchu era apenas um hibrido chuchu.  Poderia ter feito dele um caldo, um bife pelado na chapa, não o fiz, salvou-se a espécie, acreditei que ele seria pai e mãe numa futura vingada de muitos outros. Acertei!
De ter acertado é que me adianto agora para trazer a foto desta primeira criatura vegetal.

Aprendi com este chuchuzeiro, que o homem no seu tocante é de zero valor!
Isto eu posso provar. Provo pela matemática de ter vivido 58 anos e de ter posto neste tempo um coração que conviveu, conheceu e ainda convive com centenas de pessoas. Provo não puramente pelos números, mas também gramaticamente pela particular escola adentrada numa cachola que veio crescendo, crescendo… Nela armou-se uma sala; chamá-La ei de biblioteca! São tantos os volumes e livros avulsos que já não cabem os recentes jornais, os renomados jograis, revistas banais, ou contos qualquer.
Deus me deu este acervo, cujas prateleiras estão com Alzheimer. Quanto ao caso da matemática, trata-se do valor humano! Qual será ele!?
Quantas das pessoas que dividiram os bancos fundamentais, das repartições, das igrejas são capazes de recolher-me como uma ser experimentado?
Falando de crença, sou cristão de natalidade, de menino, de mocidade e agora de velho…
Cheguei à única conclusão: Só Deus sabe ler as minhas letras!