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sábado, 6 de julho de 2013

CAPITULO XIV - Chuchu

[J.Vitor]

Já tive respostas a dar e não dei, já tive perguntas a fazer e não fiz.
Estive aqui muitas vezes, vasculhei uma explicação no colo do solo, não encontrei.
Agora volto novamente para falar do transformismo: 
Era uma vez, no mundo dos homens um chuchu que nascera do obvio, onde o obvio era outro rechonchudo chuchu, e não para espanto, mais para encanto, numa manhã ainda vazia, havia de notório uma única cesta de frutas sobre a mesa. E eis que na percepção de uma poesia, jaculavam-se exuberâncias para macular mais um tanto da natureza. Os lábios daquela manhã tinham saído, os lábios daquela manhã estavam vindouros no prospecto de vingar um chuchuzeiro! 

[Mudarei a prosa para falar de vida humana]

Não tenho ainda a formação e nem agrimensura da agricultura que me empenhei, a saber!
Somente tenho na mente uma ovulação que não se aquieta, pelo contrário, aumenta! 
Vejam, estamos vivendo uma intromissão da qual não temos o direito de buscar mudanças. 

Esqueço um pouco a minha hortaliça de chuchu para trazer a consenso a cura gay!  Tratasse de um absurdo! Ninguém tem o direito de interferir no livre arbítrio, visto que todo homem é coberto de hipocrisia. Deixa-se a sua casa, sua pobreza de alma e espírito para dizer que a vida alheia lhe incomoda. Só não há incomodo quando os segredos do nosso intimo fica inteiramente na aparência de lindas folhas e ramagens que se esquecem do chão!!!