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quinta-feira, 19 de abril de 2012

O balão foi subindo

No breu das minhas noites
Passa por mim insinuações
Recordo a última dança, os balões proibidos,
A Festa de São João, a quadrinha.

Ah! Trago Tanto mundo neste instante
Até o ritmo das musicas ainda são presente
Sem dizer os compassos, os nossos passos, 
A banda no pátio explodindo sorrisos.


No breu das minhas noites;
Tem uma criança que hoje é mulher
Tem uma mulher que sempre há de ser lembrança
Pois ela nasceu daquela orquestra de banda!


No breu das minhas noites;
Sonho ter dela um convite sem limite,
Uma oportunidade de voltar ao marco,
Subir “o edifício”, descer o elevador das manhãs,
Morar no seu apartamento nos finais de tarde!
E nas épocas de junho sairmos na vestimenta de caipira

No breu das minhas noites;
Salto e pulo, mesmo sabendo que o coração
Pode ser o rojão que explode nas lágrimas,
E depois se desmancha no efeito da comemoração!

No breu das minhas noites
Há um dente dentro do sorriso pintado de carvão
Há três pintas de lápis preto que decora meu rosto!
Há um balão que eu vi subir… e ele foi subindo… subindo!
Me consumindo… consumindo...

texto: de J.Vitor