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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sonho atrevido


Gosto de sonhar.
Voltar na vida.
Tomo de lá desejos novos.
Sonho assim:
— Estar num placar de jovens, fazer deles meus amigos: Eles: Expansivos, tomados de afeiçoamentos. “Isto me envaidece!” Pois há de ficar trancafiado aquele que me faz velho.
Portanto, Tiro o natural que do sonho vêm.
Trago os jovens de rostos interessantes
que se tornarão meus seguidores fiéis.
A cada reunião, estarei lá,
estarei eu como se fosse um moço Suscetível, aliás,
um Valete de ouro… espada de prata… um galante virtual. ”Destes Ases” cresço no sonho, fico interessante:
Tomo a Lua que os namorados usam, embriago a lucidez.
Bebo os coquetéis das estrelas
pinto ideias similares de fantasia.
Das lágrimas transformo risos.
“Já alto e bem dosado.”
Ponho coragem no propósito...
Rapto da roda: Maria.
Realizo meu Devaneio,
deixo em seu vestido branco, um breviário de analogia, 
faço da alegria uma composição de lírios, tulipas vermelhas…

No alto dos seus cabelos, construo o meu ninho,
depois sonho, sonho, rodilho a presilha,
enceno o libido com flores e
até acredito que eu seja um bom ator em suas mechas castanhas.
Não quero desfazer este sonho, 
Quero anuviado o azul no céu,
Quero as borboletas em costumes coloridos...
 “Gosto de ser este esnobe sonhador”. 

José Vitor